Hotel Pousada Natureza | Morro de São Paulo Bahia Brasil                                                                                          Variedades
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Variedades de junho
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2009... ano da França no Brasil

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Se a França está verde e amarelo... esperamos que o Brasil fique azul, branco e vermelho...

E já está ficando, olha ai dois franceses velejado nas calmas e quente águas de Morro de São Paulo, na Bahia... E não foi só velejar que eles fizeram, eles também faturaram o título da regata Salvador-Morro de São Paulo, na categoria deles... com o ano da França no Brasil, esperamos que os Franceses, que diga-se de passagem, adoram velejar... descubram os prazeres de velejar nas aguas baianas.. quentinhas, quentinhas! O Clube de Vela Morro de São Paulo e o Hotel Pousada Natureza Morro de São Paulo aguardam a chegada da cores azul, branca e vermelha... viva a França!

Informações sobre como ser acolhido em Morro!

 

 

Mas afinal o que é o ano da França no Brasil...

Bem para Morro de São Paulo ele começou cedo, com a presença da ex-primeira dama da França Danielle Mitterrand, reconhecida mundialmente por suas ações sociais e criadora da "Fondation France Libertés", que honrou, com sua presença, o seminário Cairu 2030 - Reconsiderando Riquezas. Este foi apenas o primeiro sinal da França no Morro... não começámos bem... começamos excelente!

Verdadeiramente oO ano da França no Brasil é a continuação do bem sucedido ano do Brasil na França... ou seja em 2005, um pouco da cultura Brasileira foi levada a França, para lá ser compartilhada com os Franceses. O sucesso foi tanto, que agora a França está trazendo um pouco de sua cultura para compartilhar com os brasileiros.

Não que a cultura francesa não esteja presente no Brasil, pois de norte a sul do pais, ela se manifesta em paisagens, boas histórias e até mesmo em coloridos vitrais. Mistura-se à cultura, à arte e à vida do brasileiro. E, no fim, já não dá mais para saber se são pedacinhos da França no Brasil ou paisagens brasileiras com toque frances. O fato é que a França sempre foi amada pelos brasileiros, muito românticos que são, viam na França, em especial em Paris, todo o glamour do amor e do romance... ir a Paris sempre foi sinônimo de glamour e romantismo para os brasileiros. E diga lá, quem não conhece o nosso pão francês?

Porém agora, o Brasileiro não terá que ir a França para conhecer seu glamour, romantismo e cultura... a França está aqui! Com sua cultura presente em uma programação distribuída pelo país inteiro. Em Salvador o evento acontecerá em novembro, dia 13 será a inauguração do Centro de Música Negra, com edição especial do festival francês Métisses.

Vamos conhecer um pouquinho da França... nas linhas da revista "Tam na Nuvens".

"...Os franceses ajudaram a inventar a fotografia há 160 anos e ainda hoje continuam na vanguarda das imagens. Três esposições que abre a programação do Ano da França no Brasil ajudam a entender a importância da França na captura de imagens... " Se você correr ainda dá para conferir um pouquinho da mostra... que está aberta a visitas no MAM de São Paulo, até dia 28 de junho.

Nos anos turbulentos que se seguiram à Revolução francesa, os políticos que ainda defendiam a volta da moranrquia acomodavam-se nas cadeiras à direitada Assembléia Legislativa. À esquerda estavam os deputados partidários da expansão dos ideais iluministas por taoda a Europa. Vem dessa época o costume de associar valores ideolígicos a noções de lateralidade. Nada mais natural que as duas margens do Sena - Chamadas de River Gauche (margem esquerda) e River Droite (margem direita) - sempre tenham definido o perfil de quem circula por elas. Em Paris, ão é com quem se anda que se diz quem é, mas por onde.

O rio Sena corre de leste a oeste e divide Paris ao meio. Na margem dieirta (a porção norte do mapa da cidade), estão alguns símbolos do que a França tem de mais tradicional: o Museu do Louvre, o Arco do Triunfo, a Champs-Élysées. Até pouco tempo atrás, o River Gauche era o oposto disso tudo. Pelo eixo que vai do Quartier Latin, bairro da Sorbonne, até Saint-Germain-des-Prés, na margem esquerda, circulavam estudantes, intelectuais, artistas. Era a pátria de gente jovem e contestadora, que gostava de travar debates intelectuais até o amanhecer. Adivinhe onde morou George Orwell nos anos 20, quando escreveu Na Pior em Paris e Londres? Sim, em um hotelzinho que beirava a espelunca ali mesmo. Ernest Hermingway? tAMBÉM. Julio Cortázar? Outro. Entre os faranceses, Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre tinha um apartamento ao lado da igreja de Saint-Germain-des-Prés, no qual ele viveu por alguns anos. Entre 1939 e 1965, o filósofo ia diariamente ao Les Deux Magots, café em frente à igreja. li escrevia e recebia os amigos. Sempre um por vez, em tête-à-tête, para que a conversa fosse proveitosa...

O Rive Gauche guarda o charme difuso das gerações de poetas, pintores, escritories e gente interssante do mundo inteiro que passou por lá. Mas a verdade é que muita coisa mudou...

E por onde andariam os contestadores, os boêmios e os candidatos a existencialista dos dias de hoje? Eles atravessaram o Sena e - sinal dos tempos Sarkozy? instalaram-se do lado direito. Não exatamente à margem do Sena, mas no que seria uma terceira margem do rio, o canal Saint-Martin... Nos anos 2000, o norte era uma das úncas regiões de Paris com preços razoáveis e grande áreas disponíveis. Pouco a pouco, o entorno do canal passou a receber cinemas, livrarias, bares, casas de shows...

A grande novidade nas redondezas é o 104 - pronuncia-se "cent quatre" - espaço de 39 mil metros quadrados destinado á criação contemporânea, inaugurado no ano passado. Artistas de diversas nacionalidades instalam seus ateliês ali por um período determinado e em seguida apresentam o resultado do trabalho. "No Rive Gauche hoje há apenas lojas de grife e galerias caríssimas"... "É na margem oposta que tudo acontece"...

Seria, no entanto, um exagero dizer que nada de novo se passa à esquerda do Sena. Nos últimos anos, novidades arquitetônicas surgiram por ali, como o Museu do Quai Branly e na área da Biblioteca Francois Mitterrand, a Ponte Simone de Beauvoir e a piscina flutuante Josephine Backer... Além do mais, o melhor de Paris é se perder pelas ruazinhas charmosas, que existem de um lado e de outro. É provável que, em um dado momento, voncê nem saiba de que lado está. Não há problema nenhum nisso. Afinal, o coração da cidade são as ilhas que ficam entre as duas margens - a lle Saint-Louis e a a lle de la Cité, onde está a catedral de Notre-Dame - e que, sorte delas, não precisam tomar partido."

Bem é isso ai... Viva a França!

Andréa Gomes Drechsler para Hotel Pousada Natureza Morro de São Paulo

 

 
 
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